Dobra com aceleração
Escolha um alvo e aperte G. A nave alinha, acelera até um milhão de vezes a velocidade da luz e freia sozinha, desviando de planetas no caminho. Ao sair da dobra, você tem 15 segundos de proteção para olhar em volta.
Um universo montado só com dados reais: 112 mil estrelas nas posições verdadeiras, 6 mil exoplanetas confirmados e o Sistema Solar como ele é. Voe do Sol a Proxima Centauri, pouse num exoplaneta confirmado e veja de perto mundos que os telescópios só alcançam em números.
O céu do jogo vem do catálogo HYG e do NASA Exoplanet Archive. Sirius, Vega, Betelgeuse, TRAPPIST-1 e Kepler-186 aparecem com nome, classe espectral, temperatura e distância reais. Os planetas conhecidos entram com nome oficial e uma ficha: raio, massa, temperatura, ano e método da descoberta.
Nada é inventado. Setor sem estrela de catálogo é espaço profundo. Estrela sem planeta confirmado é um sistema só de estrela. Do Sol, os vizinhos são os de sempre: Proxima Centauri, a Estrela de Barnard, Wolf 359, Sirius.
E tudo no tamanho de verdade. A Terra fica a 150 milhões de quilômetros do Sol, Netuno lá longe, a 4,5 bilhões, e Proxima Centauri a 4,24 anos-luz. Os planetas e a Lua estão onde estavam no céu em 25 de setembro de 2026, a data do universo, igual para todo mundo. Com a dobra, da Terra a Marte leva uns 25 segundos; até Proxima, uns 3 minutos.

Você começa em órbita da Terra, na ISS, pilotando o ônibus espacial: modelos do acervo público da NASA. Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno com texturas reais, luzes noturnas na Terra, anéis em Saturno, o Cinturão Principal e o Cinturão de Kuiper.

Escolha um alvo e aperte G. A nave alinha, acelera até um milhão de vezes a velocidade da luz e freia sozinha, desviando de planetas no caminho. Ao sair da dobra, você tem 15 segundos de proteção para olhar em volta.
Chegue perto, escaneie o planeta e escolha onde descer. A nave faz a aproximação e pousa sozinha.
Desça da nave como astronauta, em terceira pessoa. Bases abandonadas, minas e ruínas com minério, artefatos e contêineres.
Minere campos de asteroides, venda na estação, compre melhorias de motor, escudo, casco, armas, carga, dobra e scanner.
Patrulham campos e planetas e atacam quando você chega perto. O escudo se recupera sozinho; o casco só se conserta na estação.
Todo mundo no mesmo universo, ao vivo: outros pilotos no radar, conversa no chat e astronautas caminhando ao seu lado no mesmo planeta.
Os telescópios sabem o tamanho, a massa e a temperatura de cada um deles. Nada disso diz como é estar lá. Você vai e vê: a cor do céu, a poeira que levanta, quanto tempo falta para escurecer, a lua que aparece no horizonte, a chuva de meteoros que risca a noite.
O que você observa não se perde. Cada planeta tem uma ficha que começa com o pouco que se sabe de longe e vai enchendo com o que você trouxe de perto, até dar para dizer se aquele mundo aguentaria gente.
E você não é o único atrás disso. Tem quem prefira roubar o levantamento a fazer o trabalho, e eles atiram primeiro.

O sol nasce e se põe enquanto você explora. O céu fica laranja no fim da tarde, escurece de vez e as estrelas aparecem.
As luas do planeta cruzam o céu com as fases certas, e de vez em quando uma chuva de meteoros risca a noite. Vale esperar por ela.
Quebre o terreno com picareta ou furadeira, junte material, combine receitas e levante o que quiser. O que você escava fica marcado no planeta.
Finque a bandeira e os drones passam a trabalhar para você, mesmo offline. Quem toma o planeta decide o destino dele: abrir para a guerra ou manter em paz, seguir extraindo ou mandar restaurar tudo o que foi escavado.
Encontrou alguém no mesmo planeta? Fale com a pessoa por voz e vídeo, sem instalar nada e sem sair do jogo.
Tire a interface da frente, solte a câmera, escolha o filtro e fotografe. As melhores vão para o seu álbum e para o concurso da semana.
Anéis em arco em volta de planetas reais, saltos de dobra entre eles, cronômetro e o fantasma do recorde ao seu lado. Pistas fixas em Sol e uma pista gerada em cada sistema.
Dez anéis pequenos em três minutos: centro vale mais que a borda, rolagem completa dobra, pós-combustor soma, sequência multiplica até três vezes. Errar um anel zera.
Pistas sobre uma estrela real a até oito anos-luz: classe, distância, planetas conhecidos, visibilidade da Terra. Deduza no mapa e chegue lá em dobra antes do tempo.
Você aparece pousado num planeta real sem nenhum nome na tela. Olhe o terreno, o céu e a cor da estrela e marque o palpite no mapa. Quanto mais perto, mais pontos.
Um capitão pirata se esconde perto de um gigante gasoso atrás de três geradores de escudo. Siga o sinal, derrube os geradores e destrua-o no menor tempo.
Fotografe em voo ou no chão, com filtros e modo foto. Desafios, coleções por planeta, concurso semanal, galeria pública e uma expedição fotográfica com prazo.
Uma máquina de mineração do tamanho de um prédio ficou ligada num planeta e não para de escavar. Siga os tremores, arranque a blindagem para expor os pontos quentes e desvie do braço que derruba o chão.
Times ciano e âmbar em 1x1, 3x3 ou 5x5, com naves iguais. Bots pilotam enquanto não há gente e saem quando alguém entra na fila. Dez abates vencem.
Todo modo começa na hora, sozinho, e tem placar mundial. Se quiser companhia, entre na fila e continue voando: o jogo avisa quando fecha. Para jogar só com amigos, abra uma sala e passe o código. Na Arena de Sol, em órbita da Terra, fica o placar do dia.
Pousado, vá até a bandeira ao lado do pad e colonize o planeta. Drones passam a coletar recursos para você, mesmo offline. A colonização leva de 5 minutos a 1 hora, conforme o tamanho do planeta, e o anel sobre a bandeira mostra o progresso.
Enquanto não chega a 100%, qualquer piloto que pousar no planeta pode contestar: a bandeira passa a ser dele e o progresso recomeça. Depois disso, a colônia é sua.

Viagem longa cansa. Pelo espaço estão espalhados os quiosques, plataformas onde dá para estacionar a nave, um a cada uns 3 minutos de dobra. Perto de um deles nenhum pirata alcança você, e entrar salva o ponto: se a nave for destruída depois, você volta dali.
Lá dentro tem um bar. Você desce como astronauta, encontra quem mais parou por ali, conversa por voz e escolhe a música no toca-discos, entre milhares de faixas de artistas independentes. Cada um põe uma na fila, e todo mundo ouve junto, no mesmo compasso.

Roda direto no navegador, sem baixar nada. Crie a conta, escolha seu nome de piloto e entre no universo.
Funciona no computador e no celular, direto no navegador: quando você toca a tela, o jogo mostra o analógico e os botões. Requer WebGL2. Dá para instalar como aplicativo no Windows, no macOS, no Linux, no Android e no iPhone — o Estelar ganha ícone próprio e abre em tela cheia.